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    7/20/2008

    ENCONTRO COM DANI E FÉLIX

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    Depois de 15 anos reencontrei o ex-marido e a filha de uma amiga da época de faculdade. Como no mundo muitas coisas são possíveis, fui re-encontrar Félix e Daniela em Toronto. Ela esta morando nessa terra de gigantes (Toronto) e ele a visitava. Fomos jantar em um restaurante grego e depois ficamos em um agradável bar-café. Conversamos sobre muitas coisas, mas o tema principal foi a cultura persa. Afinal meu amigo Behdad acompanhou-me nesse agardável encontro. Despedimos-nos, mas sem antes deixar mais ou menos organizada uma pescaria que o grande pescador Félix, que mantém uma casa na beira da praia do litoral alagoano.  

     

    Toronto, 04 de julho de 2008.

    6/7/2008

    Essas coisas acontecem

     

    Acordamos cedo na casa de minha mãe e tomamos um bom café da amanhã. Como viemos no carro de Eduardo para Salvador (uma Hylux) precisávamos deixar guardado na casa de minha mãe até o seu retorno ao Brasil. Bem, a idéia foi então eu levar Zé Marcelino e Eduardo no aeroporto, deixando as malas, voltar com a caminhonete para guardá-la (do aeroporto para a casa de minha mãe dista uns 25 km) e retornar para o aeroporto com minha mãe em seu carro. Nosso vôo para São Paulo estava marcado para as 10h20. Depois de ter tentado um atalho para fugir do pedágio na ida e enfrentar um razoável engarrafamento na volta, consegui chegar à parte do embarque as 10h10 e não me deixaram mais pegar o avião. Zé Marcelino e Eduardo já estavam aflitos pela demora, imaginando mil coisas. Quando os avistei no saguão a expressão era de ansiedade e agonia para que eu logo os acompanhasse. Nenhum argumento convenceu o funcionário da companhia aérea. Não quis esquentar muito a história porque fui informado que haveria outro vôo para São Paulo as 12h45 e como nossa partida para o Canadá seria a noite eu estava tranqüilo. Tentei acalmar meus companheiros e eles foram embora. Dirigi-me a loja da companhia para trocar o bilhete. A moça disse que teria que comprar outro que custava R$ 600,00! Dei um pinote quando ouvi o preço, sobretudo porque a minha passagem saiu por R$ 7,00 por causa de uma promoção. Foi difícil de recuperar desse baque, mas fazer o que!? Tive que assumir o “preju” e tentar não olhar para trás, afinal tinha toda uma viagem pela frente! Que tenha me servido de lição saber programar melhor as coisas...

    Québec, 03 de junho de 2008.

     

     

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    1/19/2008

    Bike em Jua

    Seguem algumas fotos de um passeio de bike na bela Juazeiro-BA.
    Nesse passeio estava conhecendo a cidade na perspectiva do ciclista. Uma outra viagem! Afonso, meu colega da UNIVASF, dividia comigo esta aventura!
    Muito legal... A cidade de Juazeiro, apesar de mal tratada, continua bela e reserva visuais incríveis - a presença do Velho Chico é muito forte!
    janeiro de 2008.
     
     
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    8/11/2005

    Velhos tempos

    Olá pessoal, Estas fotos são das antigas (1999). Quer dizer, não faz tanto tempo assim... Estávamos no Fórum da ACP (para quem não conhece é a Abordagem Centrada na Pessoa, abordagem psicológica desenvolvida inicialmente por Carl Rogers) em Ouro Preto com alguns amigos, particularmente com Breno (vulgo Brenoso – diga aí meu rei!?) e Patrícia (mais conhecida como Pat Girl). Estávamos, para variar, no coração do evento, ou seja, no barzinho do hotel! Tomamos todas as cervejinhas e as maravilhosas cachaças mineiras e mais algumas!
    8/5/2005

    De volta II

    Eu nao sei porque o primeiro texto nao foi visualizado...Talvez a volta tenha sido rapida...
    Bem, o queria deixar escrito e que mais uma vez estou de volta ao Canada. Foi complicado e cansativo chegar ate aqui. Ufa! Depois de mais de 36 horas de viagem, entre voos, onibus e esperas em rodoviarias e aeroportos, cheguei a Chicoutimi (que fica a noroeste de Montreal, pertencente a regiao do Saguenay - Lac Saint-Jean). Foi estressante tambem porque estava com um monte de muambas do Brasil: 3 litros de cachaca, cigarros, 3 pacotes de cafe, 2 garrafas de azeite de dende, camarao seco (tudo para preparar uma moqueca). Algumas dessas coisas, alem de ser ilegal o transporte convencional, eu estava ultrapassando o limite (por exemplo, de bebidas). Bem, tive a sorte de estar atrasado para o voo de Montreal e joguei esse papo na alfandega. Eles perguntaram se eu tinha alcool. Eu disse que sim e eles me libereram. Nao entendi nada, mas sai contente!
    Finalmente cheguei. Cheguei super cansado mas cheguei inteiro (o acidente no aeroporto de Toronto foi a tarde e eu cheguei la pela manha) e com as muambas!
    4/21/2005

    Linguagem

    O processo de viver intensamente outra cultura é algo interessantíssimo! O confronto com as diferenças, o encontro com as similaridades e essa tensão entre o semelhante e o diferente, que sempre escapa a qualquer tentativa de apreensão congelante já tem sido muito falada e estudada.

    A experiência de aprender uma segunda língua num meio natural é algo que tem a ver com a experiência do contato em relação a uma outra cultura estrangeira. Lembro-me das muitas conversas com meu amigo Fernando, que mora em Montreal e que é um grande estudioso sobre o assunto.

    Depois de oito meses morando no Quebec e interiozando muitas coisas, principalmente a língua francesa (do Quebec), retornei ao Brasil para umas férias. É sobre este retorno que gostaria de falar brevemente, sobretudo a respeito da língua.

    Eu voltei ao Brasil achando a minha língua materna muito mais bonita. Descobri coisas e sentidos que não conhecia. Além disso, voltei menos egocêntrico no que diz respeito à língua, mas também a cultura de um modo geral. Agora tenho uma maior consciência das relatividades. E aí ficam várias coisas para gente pensar: a relação entre cultura e linguagem (língua), entre cognição/personalidade e cultura/língua, a tensão entre o diferente e o semelhante presente nas diferentes culturas (e mesmo “intra-cultura”) e, principalmente, a questão da re-adaptação (alguém que sai e depois volta para sua cultura de origem).

    4/14/2005

    Passei 8 meses no Canada e atualmente estou aqui no Brasil ate o inicio de agosto. Depois voltarei para la de novo. Havia ouvido falar sobre a historia de "choque cultural", mas jamais vivido com a intensidade que estou vivendo. Primeiro foi o choque de me adaptar e agora de me readaptar para depois adaptar e me readaptar. Acho que esses "choques" sao, no minimo, interessantes para sacar algumas coisas como: adaptabilidade, resiliencia, flexibilidade, abertura cultura, a questao da lingua, etc...